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Integração em Pesquisa: uma proposta para o Curso de Artes Visuais da Unoesc Xanxerê *SC

27 de julho de 2018

Integração em Pesquisa: uma proposta para o Curso de Artes Visuais da Unoesc Xanxerê

ABELLO, Sandra[1];VICINI, Magda[2]

 

Neste artigo apresenta-se uma proposta para motivar os acadêmicos de Artes Visuais a produzir pesquisas com maior aprofundamento e cientificidade e contemplar a poética artística na formação do professor do curso de Licenciatura em Artes Visuais. Realizou-se a integração das disciplinas de Estagio Curricular Supervisionado, Prática Investigativa e Trabalho de Curso a partir do 5º Período do referido curso. Esta integração foi realizada a partir da elaboração dos referenciais teoricos que foram construídos de forma integrada na qual cada um esboçava os conceitos relacionados a sua problematização. Na analise dos relatórios de estagio curricular e da intersecção do referencial teórico das pesquisas das graduandas, foi detectado que a integração destas disciplinas proporcionou um aprimoramento e compreensão sobre a metodologia de pesquisa, a prática de ensino nas escolas, bem como a necessidade de produção de poéticas artísticas para sua atuação profissional quer na escola quer em espaços não formais de educação.

 

 Palavras chaves: Integração. Pesquisa. Arte e seu ensino.

 

            O Curso de Artes Visuais da Unoesc caracteriza-se como curso de Regime especial devido às aulas ocorrerem nos finais de semana: sextas a tarde e noite e nos sábados pela manhã e tarde. Ocorrem também as chamadas “semanadas”, nos meses de fevereiro e julho, para que se cumpram as disciplinas curriculares da referida graduação. Outra característica marcante neste curso, refere-se aos acadêmicos que cursam esta modalidade de horário, tratando-se em sua maioria, alunos que já trabalham na educação básica como professores ACTs (professores admitidos em caráter temporário), atuando semanalmente, também em sua maioria, durante 40 horas semanais.    

            O currículo do curso de Artes Visuais é constituído de horas dedicadas às disciplinas de caráter pedagógico, 810 horas, e para a pesquisa 120 horas. Estas 930 horas compreendem as disciplinas de Estágio Supervisionado, com 405 horas, atendendo às prerrogativas legais expressas na Resolução CNE/CP nº 02/2002, distribuídas a partir da 5ª fase do Curso; 405 horas de Prática e Investigação Educativa, específicas à área de formação, as quais se encontram divididas em partes comum e específica; e Trabalho de Curso I e II, com 120 horas de pesquisa.

             O Trabalho de Curso refere-se à uma pesquisa com caráter de monografia, com objetivo de pesquisar uma linguagem das artes visuais para posterior realização de uma oficina em espaços não formais de educação. No Trabalho de Curso, a proposta é que as alunas desenvolvam uma poética como experiência artística individual para posteriormente atuarem em oficinas de arte.

          Levando em consideração os pontos levantados acima: horário das aulas, disponibilidade de tempo dos acadêmicos, percebe-se que, para dedicar-se à pesquisa e às disciplinas gerais do curso, os acadêmicos teriam que realizar 03 pesquisas, cuja qualidade poderia ficar prejudicada. Esta observação foi realizada durante reunião entre os professores de Estágio, Trabalho de Curso e Pratica Investigativa em Artes Visuais, que percebeu que as pesquisas poderiam ter um maior aprofundamento de conteúdo   potencializando assim a experiência das poéticas artísticas que são complementares para a formação de um acadêmico de Licenciatura em Artes Visuais.

      A integração das disciplinas veio buscar o aprofundamento das respectivas pesquisas a partir dos âmbitos que a competiam. Cada uma das disciplinas tem uma ementa a cumprir, o que foi levado em conta pelas respectivas docentes do Colegiado do curso respeitando as especificidades de cada disciplina.

        A seleção dos temas da pesquisa acontece no transcorrer da disciplina de Estagio Curricular Supervisionado I que acontece no 5º Período do Curso e pela qual se inicia a construção da pesquisa. Neste período, o acadêmico inicia a investigação da entidade campo de estagio e procura elencar uma problemática que tenha como origem a observação realizada. Nem sempre esta é atendida a gosto e interesse do acadêmico, que em conversa com o professor orientador da disciplina faz adaptações para que melhor atenda aos dois lados ( acadêmico e entidade campo de estagio). Após a escolha do tema, o acadêmico realiza a compilação da teoria que irá auxiliar na construção do Referencial Teórico a partir das orientações que recebe do professor orientador.

        No estagio Curricular Supervisionado II, no 6º Período do Curso, o acadêmico dedica-se integralmente a construção do Referencial Teórico da pesquisa, visando atender a uma proposta de ensino aprendizagem. No 6º semestre é oferecida também a disciplina de Pratica Investigativa em Artes Visuais que tem com Ementa: Investigar e compreender os objetivos, a organização e especificidade da escola de Educação Básica.

        Em reunião de colegiado os professores do semestre acordaram que a Prática Investigativa poderia desenvolver uma problemática que viesse a alimentar à Pesquisa de Estagio Supervisionado e deveria ocorrer de forma paralela, munindo assim o acadêmico de elementos formadores e alimentadores da pesquisa. Nas visitas às escolas percebem-se muitos elementos comuns à educação básica, e ao se aprofundar a pesquisa seria possibilitado um avanço para que este pudesse desencadear o desenvolvimento cognitivo do aluno e não somente o aperfeiçoamento técnico, coisas comuns que ainda se percebe no ensino da arte nas escolas. Exemplificando esta integração das disciplinas de Estágio e Prática Investigativa, apresenta-se como exemplo, a constatação de uma acadêmica que percebeu no campo investigado a inexistência de uma metodologia de leitura de imagem que fosse utilizado pelas professoras de artes.   A acadêmica produziu na Pratica Investigativa I uma pesquisa de possíveis metodologias para se realizar a leitura da imagem na educação escolar, fundamentando a metodologia mais adequada para o seu campo de estudo. Esta forma de conduzir o aprofundamento científico auxiliou-a para que se pautasse em elementos criteriosos para a realização de uma metodologia de imagem que viesse a contribuir para o andamento da sua pesquisa.  

          No 7° semestre as acadêmicas tem como oferta a disciplina de Estagio Curricular Supervisionado III, Pratica Investigativa II e é oferecido ainda o Trabalho de Curso I. Enfim, mais uma pesquisa que deverá ser desenvolvida pelas acadêmicas. Visto que a prática de integração das pesquisas favoreceu a qualidade dos trabalhos apresentados pelas acadêmicas, decidiu-se em outra reunião de Colegiado do Curso de Artes Visuais que a disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso também seria integrada à pesquisa das outras duas. Outro fator relevante para esta decisão deve-se ao fato de que o Trabalho de Curso poderia atender a demanda da Poética e do artístico que estava sendo deixado de lado nesta grade curricular[5].

          A Pratica Investigativa II tem como ementa: Investigar as formas de planejamento do ensino e da aprendizagem em instituições de Educação Básica: análise dos dados, construção do relatório. A disciplina produziu uma pesquisa identificada na escola. Seguindo o exemplo utilizado anteriormente, a acadêmica aplicou  instrumentos avaliativos como questionários aos professores de artes e a alguns alunos da educação básica para detectar quais eram as metodologias de leitura de imagem que estavam sendo aplicadas nas aulas. Foi percebido pela acadêmica que não havia um método específico a ser seguido ou então que esta pratica era pouco utilizada na escola. Refletindo sobre os dados coletados a acadêmica buscou investigar quais eram os métodos de leitura de imagem existente no ensino da arte atualmente.

          Detectou então, a existência de alguns métodos elaborados por teóricos tais como: Roberto Willian Ott americano dos EUA e o do autor Michael Parsons que foram elaborados para auxiliar os visitantes de Museus de Arte. Como se tratavam de métodos específicos a acadêmica optou por construir questões que fossem pertinentes ao tema que estava sendo estudado. Decidiu por privilegiar algumas questões relacionadas a detecção dos elementos da Gestalt, depois de elementos ligados a Semiótica e por fim elementos ligados as questões da iconografia e iconologia das imagens.

      Os dados destas linhas teóricas foram buscados no livro de Ana Mae Barbosa, Consonâncias Internacionais da Editora Cortez. Com resultado da pesquisa, ou seja ao detectar a melhor forma de se realizar a releitura de imagem a acadêmica utilizou-se desta forma de um método que considerou o mais significativo para coletar os dados para a sua pesquisa e ainda, um método que se detivesse em levantar vários elementos da imagem para que pudesse auxiliar na reflexão da sua prática docente que seria realizada no Estagio Curricular.  Ao final da investigação da Prática Investigativa foi construído um relatório de análise dos dados alcançados e o resultado utilizado na construção da Pesquisa do Estagio Curricular Supervisionado confirmando-se assim, a integração das pesquisas.

 

           

A disciplina de Trabalho de Curso

 

Na disciplina de Trabalho de Curso, a professora enfatizou que iniciar um projeto de pesquisa significa iniciar um processo criativo em todas as áreas do conhecimento científico. Há elementos racionais, emocionais, intuitivos, fundamentais e relativos. Para Lancri (in BRITES e TESSLER, 2002, p.18), professor da Universidade Paris I (França), o ideal seria começar pelo meio, quando ele explica:

Por onde começar? É no meio que convém fazer a entrada em seu assunto. De onde partir? Do meio de uma prática, de uma vida, de um saber, de uma ignorância. Do meio desta ignorância que é bom buscar no âmago do que se crê saber melhor. (LANCRI, apud BRITES e TESSLER, 2002, p.18)

 

 Principalmente quando se trata de uma pesquisa em arte na universidade, na qual os estudantes, da metade do curso adiante, já desenvolveram e aprenderam fundamentos teóricos e práticos nas linguagens e possuem fundamentos substanciais conhecimentos sobre as possibilidades profissionais e filosóficas do curso. Filosóficas no sentido do questionamento estético e formal que as Artes Visuais proporcionam aos estudantes desse curso.

O pesquisador das Artes Visuais trabalha com práticas específicas, mas isso não o exclui do que poderia ser chamado de práticas conceituais, ou seja, a teoria que envolve o aprender a fazer, olhar, perceber, sentir e criar no mundo da arte. Isso implica um constante traduzir: mental/reflexivo e um traduzir: produzir/criar. A leitura textual da História da Arte, da Estética, da Linguagem Visual, do Estágio Supervisionado, Desenho, Pintura, e outras disciplinas do curso, promovem a base que insere os pensamentos do professor/artista nas possibilidades de produção/compreensão/criação que venha desenvolver. Ainda em Lancri (apud BRITES e TESSLER, 2002, p.19), “o ponto de partida da pesquisa situa-se, contudo, obrigatoriamente na prática plástica ou artística do estudante, com o questionamento que ela contém e as problemáticas que ela suscita”.

No caso do Curso de Artes Visuais, o Trabalho de Curso, se tratando de um projeto de pesquisa que deverá culminar em uma proposta pedagógica de um curso a ser ministrado pelas próprias pesquisadoras, envolve os mesmos atores citados por Lancri (2002): teoria e prática indissociáveis e convergentes.

As acadêmicas, em sua maioria, aceitaram continuar pesquisando o tema iniciado na disciplina de Estágio e Prática Investigativa, construindo uma prática individual e o referencial teórico para a produção de uma oficina de arte em espaços não formais de educação. Os espaços escolhidos foram: Grupos de Jovens, Clubes de Serviço, Centros de Referência Social, Sesc, Grupos de Idosos e Grupos de professores.

Concluídas as pesquisas e as práticas das oficinas, a professora da disciplina de Trabalho de Curso I percebeu que a integração com as disciplinas de Estágio e Prática Investigativa proporcionou às acadêmicas “apreenderem” e não somente “aprenderem”. Apreender no conceito de Anastasiou (2004)

                                                  O apreender, do latim apprehendere, significa segurar, prender, pegar, assimilar mentalmente, entender, compreender, agarrar. Não se trata de um verbo passivo; para apreender é preciso agir, exercitar-se informar-se, tomar para si, apropriar-se, entre outros fatores. O verbo aprender, derivado de apreender por síncope, significa tomar conhecimento, reter na memória mediante estudo, receber a informação de [...]. (ANASTASIOU apud ANASTASIOU e ALVES, 2004, p. 14)

 

Para a autora, o importante para o estudante é apropriar-se deste conhecimento promovido pelas disciplinas na universidade, e não simplesmente receber a informação deste conhecimento[6]. Esta integração entre as disciplinas promoveu esta apropriação, conforme a fala das próprias acadêmicas em Artes Visuais durante o processo de desenvolvimento do Trabalho de Curso I e posteriormente, quando foram realizadas as Bancas de Defesa das pesquisas, em dezembro do ano de 2012. Constata-se que, ainda na fala de Anastasiou (2004, p.15-16), acontece uma parceria, uma

 

[...] mediação docente, que prepara e dirige as atividades e as ações necessárias e buscadas nas estratégias selecionadas, levando os alunos ao desenvolvimento de processos de mobilização, construção e elaboração da síntese do conhecimento. (Vasconcelos, apud Anastasiou e Alves, 2004, p. 16)

 

Para comprovarmos que a integração das disciplinas de Estágio, Prática Investigativa e Trabalho de Curso, realizamos uma pesquisa entre as acadêmicas que participaram deste processo. Obtivemos resposta de 4 alunas, no universo de 10 alunas que se formaram no curso de Artes Visuais em 2012[7].  Perguntadas como você avalia esta integração entre disciplinas para seu aprendizado no curso de Artes Visuais e, se foi possível desenvolver uma poética a partir da integração das disciplinas, e obtivemos as seguintes respostas:

Foi de grande relevância, comportar o mesmo tema para as pesquisas. Contribuindo para maior compreensão nos estudos das artes, como também contemplar uma pesquisa a outra, crescendo enquanto conteúdo, ideias, investigação. Resultando num trabalho amplo, no qual agregou teoria e prática, dando forma a pesquisa, envolvendo aluno/escola/universidade/pesquisa/resultados. (FERNANDA BORTOLON, 2013)

 

A pesquisa entre as disciplina de estágio e de trabalho de curso se deu de forma ótima, pois envolveram-se os assuntos, a pesquisa fluia de forma dinâmica, havia um interesse maior, pois aprofundava-se... O tempo também contribuia, pois com o mesmo assunto para as duas disciplinas tinhamos um tempo maior para a pesquisa, contribuindo para o nosso crescimento intelectual e científico, sendo desta forma muito positiva. (LILIANE SUTIL, 2013)

 

 Aplicar a mesma temática nas disciplinas ajudou muito pois, a pesquisa é complexa, o tempo é relativamente curto de cada disciplina, desta forma eu me senti muito segura em aplicar a oficina no TC pois dominava o assunto. (LARISSA TRINDADE, 2013)

 

 

Pois como eram três disciplinas que abordavam o mesmo tema, a cada encontro nos possibilitava trocar idéias apresentar o desenvolvimento, refletir, acrescentar, tirar ou seja buscar melhorar o trabalho. A reflexão feita sobre o tema (a pesquisa feita) é o que faz com que nos sentimos verdadeiros educadores de Artes a ponto de falar levantar questionamentos criticas sobre um determinado tema, compreendendo onde exatamente ele pode agir ao desenvolver poeticamente com os educandos. (LIDIANE LORENZI, 2013)

 

 

Considerações finais.

 

              Pensar a formação de docentes aponta para a necessidade de pensar um projeto próprio e autêntico comprometido com o ensino que busque em todos os eixos da formação desde os fundamentos e as didáticas, as novas maneiras de fazer educação a partir de análise e crítica da própria prática.          

 Sendo a Pesquisa um espaço privilegiado de questionamentos e de investigação, devemos nós professores proporcionar ao acadêmico um espaço propício para que ele se depare com estes desafios da investigação. Deverá ter o acadêmico nas relações entre as teorias e a prática elementos condizentes com o campo de atuação para experienciar e construirem-se dentro de uma atitude investigativa.

         Enfim, para potencializar a construção das pesquisas no Curso de Artes Visuais da Unoesc Xanxerê, tomou-se como atitude a vinculação das disciplinas que tinham como eixo a construção de pesquisas. Estas foram sendo construídas a cada semestre, sendo que a competência da proposta esteve na vinculação que se conseguiu articular entre uma e outra.  

A iniciativa do corpo de professores de Artes Visuais da Unoesc Xanxerê proporcionou que as pesquisas produzidas no curso tivessem estas relações de interligação para que o aluno assumisse a atitude investigativa envolta na reflexão construída a partir da realidade do seu campo de atuação.  

Esta investigação foi instrumentalizada pela teoria da práxis docente, entendida como uma atividade de transformação que buscaria elementos para mediar a ação de contato com a e para a realidade.

                   A experiência da integração das pesquisas alcançou o seu êxito e isto pode ser percebido através dos depoimentos das alunas tais como: Fernanda Bortolon “Foi de grande relevância, comportar o mesmo tema para as pesquisas. Contribuindo para maior compreensão nos estudos das artes, como também contemplar uma pesquisa a outra, crescendo enquanto conteúdo, ideias, investigação”.  E para Larissa Trindade , “Aplicar a mesma temática nas disciplinas ajudou muito pois, a pesquisa é complexa, o tempo é relativamente curto de cada disciplina, desta forma eu me senti muito segura em aplicar a oficina no TC pois dominava o assunto.  

              Ainda sobre a questão de otimizar o tempo na fala de Liliane Sutil temos, “ O tempo também contribuía, pois com o mesmo assunto para as duas disciplinas tinhamos um tempo maior para a pesquisa, contribuindo para o nosso crescimento intelectual e científico, sendo desta forma muito positiva”. E por fim na fala de Lidiane Lorenzi, ...a reflexão feita sobre o tema (a pesquisa feita) é o que faz com que nos sentimos verdadeiros educadores de Artes a ponto de falar levantar questionamentos criticas sobre um determinado tema.

          Os resultados conseguidos foi devido ao amadurecimento que as acadêmicas demonstraram obter com a realização das pesquisas efetivamente tendo como campo de atuação as escolas e as entidades não formais. Desenvolver uma pesquisa requer todavia que o pesquisador consiga ampliar os conceitos para além do que inicialmente foi planejado. E o que foi percebido é que a concentração das investigações das disciplinas proporcionou o amadurecimento investigativo de cada uma delas inclusive do corpo de docente.  

 

Bibliografia:

ANASTASIOU, Lea & ALVES, Leonir Pessate. Processos de ensinagem na universidade. Joinville, SC: Ed. Univille, 2002.

ARTE/EDUCAÇÃO CONTENPORÂNEA: CONSONANCIAS INTERNACIONAIS. Ana Mae Barbosa ( org). São Paulo: Cortez, 2005. Parte I, cap 4.  

HERNANDEZ, Fernando & OLIVEIRA, Marilda Oliveira (Orgs) A formação do professor e o ensino das artes visuais. Santa Maria. Ed. UFSM, 2005.

PIMENTA, S.G & LIMA, M.S.L. Estágio e docência. São Paulo:Cortez, 2004.

TESSLER, Elida & BRITES, Blanca. O meio como ponto zero. Porto Alegre, Ed. UFRGS, 2002.

 


[1] Mestre em Educação. Assessora do Curso de Artes Visuais Unoesc Xanxere.sandraabello@hotmail.com

[2] Doutora em Comunicação e Semiótica. Professora do Curso de Artes Visuais. magdavicini@gmail.com

[3] Mestre em Educação. Assessora do Curso de Artes Visuais Unoesc Xanxere.sandraabello@hotmail.com

[4] Doutora em Comunicação e Semiótica. Professora do Curso de Artes Visuais. magdavicini@gmail.com

[5] Entretanto, trata-se de um curso de Licenciatura em Artes Visuais, mas, os professores são defensores da teoria de que o aluno de artes deverá garantir a formação especifica do conteúdo a que pretende ministrar na escola. Sendo que o curso é de Artes visuais deverá proporcionar experiências em todos estes ambitos bem como proporcionar também a experiência com outros ambitos que não so a educação do ensino formal. Então o Tcc poderia abrir oportunidades do acadêmico experienciar com o ensino informa.

[6] Anastasiou criou a expressão “ensinagem”. Termo adotado para significar uma situação de ensino da qual necessariamente decorra a aprendizagem, sendo a parceria entre professor e alunos a condição fundamental par ao enfrentamento do conhecimento, necessário à formação do aluno durante o cursar da graduação (ANASTASIOU e ALVES, 2004, p.15).

[7] As entrevistas foram realizadas por email e obtive as respostas nas seguintes datas: Fernanda Bortolon em 27/05/2013; Lidiane Lorenzi em 31/05/2013; Larissa Trindade em 08/06/2013; Liliane Sutil em 06/06/2013.

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